Na tarde de terça-feira, 30 de junho de 2026, após reunião entre rodoviários e empresários de transporte do Rio de Janeiro, mais de 15 ônibus sofreram vandalismo. A capital enfrenta tumultos e o transporte público permanece paralisado. A entrada do Terminal Gentileza, localizado no Centro do Rio, encontra-se bloqueada por grevistas, prejudicando a operação do terminal.
A paralisação do sistema de mobilidade deve continuar até segunda-feira, 6 de julho, data prevista para audiência de conciliação. Nesta terça-feira, o Rio Ônibus apresentou uma proposta de reajuste salarial de 4,39%, que foi rejeitada pela categoria. O Sindicato dos Rodoviários propôs um reajuste dividido em duas parcelas: 8% imediato e 8,3% referente a novembro, totalizando 17% de reivindicação. No entanto, as partes não chegaram a um acordo.
Repercussão dos atos de vandalismo nos ônibus
O Rio Ônibus divulgou nota repudiando qualquer ato de violência. A entidade participou de audiência de conciliação aprovada pelo Tribunal Regional do Trabalho, que previa a suspensão imediata da greve. A expectativa era retomar a operação e reduzir os impactos à população. Contudo, o Sindicato dos Rodoviários decidiu continuar a paralisação.
Como consequência, grevistas exaltados causaram tumulto no Centro da cidade, vandalizando mais de 15 ônibus e agredindo rodoviários em serviço. O Rio Ônibus reforça que a população carioca não pode continuar sendo prejudicada e mantém confiança na mediação da Justiça do Trabalho.
O setor faz um apelo para que motoristas e rodoviários retornem às garagens e ao trabalho imediatamente, visando restabelecer a operação dos ônibus o quanto antes.
Bloqueio no Terminal Gentileza afeta mobilidade na capital
O bloqueio realizado por parte dos grevistas na entrada do Terminal Gentileza compromete a circulação dos veículos e o atendimento à população. A paralisação do transporte público na cidade gera transtornos e mantém a mobilidade prejudicada até a definição da audiência marcada para 6 de julho.
Propostas de reajuste salarial e impasse entre categorias
O Rio Ônibus apresentou reajuste de 4,39%, recusado pelos rodoviários. O Sindicato dos Rodoviários reivindica 17%, divididos em duas parcelas, sendo 8% imediato e 8,3% para novembro. A falta de acordo mantém a greve e os conflitos na cidade.
Impactos no transporte público e apelo por retorno ao trabalho
A paralisação afeta diretamente o transporte público do Rio de Janeiro, com ônibus vandalizados e operação comprometida. O Rio Ônibus repudia a violência e solicita o retorno imediato dos trabalhadores para minimizar os prejuízos à população.