Redução do valor da tarifa dos trens da Supervia entra em vigor na sexta-feira

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Foto: Agetransp
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Entra em vigor na sexta-feira (2/2) a redução do valor da tarifa dos trens da Supervia, determinada pela Agetransp, que vai passar de R$ 7,40 para R$ 7,10.

A decisão se deu durante Sessão Regulatória da agência realizada no dia 21 de dezembro de 2023, em voto dado pelo conselheiro Adolfo Konder e com apoio de todos os conselheiros da agência. É a primeira vez, em 25 anos de concessão, que a tarifa terá redução de valor.

Na mesma sessão citada acima, outra boa notícia para os moradores do Estado do Rio de Janeiro. O Conselho Diretor da Agetransp decidiu não conceder o reajuste de passagem reivindicado pela concessionária CCR Barcas, que passaria a vigorar a partir de 12 de fevereiro de 2024.

De acordo com a decisão do Conselho Diretor, o Termo de Acordo para o Encerramento do Contrato Concessão, assinado em fevereiro do ano passado entre a CCR Barcas e o Governo do Estado, é o único instrumento jurídico apto a tutelar a prestação do serviço público

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Um detalhe importante: esse novo valor mais baixo é só para o usuário que paga a passagem na tarifa “cheia”. Para quem usa o bilhete único, pagando a tarifa social de R$ 5 para andar nos trens, o valor continuará o mesmo – pois já é reduzido.

Com isso, as passagens das linhas Praça XV-Paquetá, Praça XV-Niterói e Praça XV-Cocotá continuarão custando R$ 7,70. A tarifa da linha Praça XV-Charitas, que hoje custa R$ 21, permanecerá inalterada.

O mesmo acontecerá em relação às linhas Mangaratiba-Ilha Grande e Angra dos Reis-Ilha Grande, que hoje têm tarifa de R$ 20,50.

Em média, 320 mil pessoas utilizam os trens para seus deslocamentos todos os dias. Conforme previsto em contrato, foi seguida a variação do IGP-M – publicada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Já a tarifa social, instituída pelo Governo do Estado, não sofrerá reajuste e continuará custando R$ 5. Para ter direito ao benefício é necessário estar cadastrado no Bilhete Único Intermunicipal.

“Sem dúvida, é um grande benefício para a população. São milhares de pessoas que se deslocam para o trabalho nos trens da Supervia e esta diferença de valor, quando somada, representa um alívio para muitas famílias. Acompanhamos atentamente esta questão das tarifas”, explica o presidente da Agetransp, Adolfo Konder, que foi o relator do processo.

De acordo com a decisão do Conselho Diretor, o Termo de Acordo para o Encerramento do Contrato Concessão, assinado em fevereiro do ano passado entre a CCR Barcas e o Governo do Estado, é o único instrumento jurídico apto a tutelar a prestação do serviço público de transporte aquaviário.

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